
“Mistura de pólvora, amoras e rum.” – perfume criado em colaboração com a NASA usa relatos de astronautas para criar o cheiro do espaço. Eau de Space.

At The Copa, Copacabana
A notícia.
No Rio, Covid-19 já matou em dois meses mais do que a violência em seu pior ano.
Moendo os grãos.
A pandemia já é um dos momentos mais letais de toda a história do Rio de Janeiro. O coronavírus matou mais do que zika, dengue, e H1N1. Outro recorde é o de mortes em domicílio, em meio à fila por leito hospitalar. Enquanto isso, com o comércio aberto, o isolamento caiu na capital. No sábado, ficou em 39%. No dia 20, o isolamento foi de 53% e em 13 de junho, o isolamento chegou a 71% no Rio.
Para além do delivery.
Restaurantes tradicionais vêm fechando as portas: perda para a cultura carioca. A pizzaria Guanabara, no Leblon, ícone da boemia nos anos 1960 e point de Cazuza nos anos 1980, não resistiu. O Puro, no Jardim Botânico, também já era. O estrago é ainda pior em Santa Teresa e zona Portuária – região com restaurantes pequenos que dependiam de turistas.
Mas como tudo na vida.
A pandemia há passar. No sábado, o Ministério de Saúde anunciou que vacina em parceria com a Universidade de Oxford terá 100 milhões de doses produzas no Brasil. A pesquisadora brasileira e professora da Universidade de Siena, Ann Costa Clemens, é responsável pela articulação para trazer os testes ao Brasil. De acordo com ela, a vacina deve estar pronta em um ano.
Summertime Sadness
A notícia.
O mundo bate a marca de 10 milhões de casos de Covid-19. Nos EUA, os casos crescem a uma velocidade não vista nem no início da pandemia.
Moendo os grãos.
As infecções nos EUA subiram em um ritmo alarmante de 65% nas últimas duas semanas, principalmente nos estados que primeiro reabriam a economia. No sábado, Nevada, Carolina do Norte e Flórida quebraram novos recordes de casos registrados em um único dia. Diversos governadores vêm repensando estratégias e muita gente tem falado em uma segunda onda.
Olha a onda?
Mas nem todo mundo concorda. Tecnicamente, a primeira onda de casos nunca chegou a ser controlada. O fato é que o clima mudou e os EUA enfrentam uma segunda onda de ‘luto’. Frustrados, muitos americanos passaram os últimos meses em casa, cancelaram eventos, modificaram o calendário, e tudo parece ter sido em vão. Líderes falharam. Uma nova onda de incerteza… justo quando o verão começa a dar as caras.
Já na China.
Meio milhão de chineses foram confinados ontem nos arredores de Pequim, em meio a um novo surto de Covid-19.

Angry white boys.
Em seu Twitter, o presidente americano divulgou ontem um vídeo de um apoiador gritando “white power”. Em uma sociedade que escravizou negros por quase quatro séculos, não existe nada mais ofensivo e racista. O grito é entoado desde o fim da escravidão por grupos de supremacistas brancos como o KKK. Este não é o primeiro episódio em que Trump é acusado de racismo. O vídeo depois foi retirado.
Presidencialismo de COLISÃO.
Em uma iniciativa pró-democracia, a Folha de S. Paulo, jornal de maior circulação no país, mudou o slogan de “a serviço do Brasil” para “a serviço da democracia” e lançou uma espécie de guia para millenials, um projeto para relembrar a ditadura – que é festejada pelo atual presidente. Em meio às ameaças de Bolsonaro, o apoio à democracia bateu recorde de 75%; 10% veem ditadura como aceitável, mostra o Datafolha. Enquanto isso, Bolsonaro parece que vem ensaiando uma ‘pacificação’ com outros Poderes.
Detruquelli.
Após a acusação de que o ministro da Educação plagiou trabalhos acadêmicos, a FGV disse que investigará o caso. Carlos Alberto Decotelli copiou na íntegra partes de sua dissertação de mestrado sem o devido crédito. Na sexta, o novo ministro também decidiu retirar o título de doutor do currículo, já que o próprio reitor da Universidade Nacional de Rosário disse que ele não chegou a concluir o doutorado.
#STopHateForProfit.
A fortuna de Mark Zuckerberg já encolheu US$ 7 bilhões depois que gigantes deixaram de anunciar no Facebook. Seguindo a Unilever, dona dos sorvetes Ben & Jerry’s, a Coca Cola passou a boicotar a plataforma e pediu maior controle de fake news e conteúdo racista. Ontem a Starbucks também retirou sua publicidade. O Face disse que será mais duro com ads que impulsionam linguagem de ódio. A ver.
You can’t always get what you wat.
Terminando… os Stones não querem Trump usando nenhuma de suas músicas. Ok?
Zip-a-dee-doo-dah.
Para terminar, a nova Splash Mountain.
