
“Ouse coisas poderosas.” – mensagem em código binário escondida pela NASA no paraquedas da sonda Perseverance. Achou!

Pandemicídio
A notícia.
Em sua pior fase, a pandemia completa hoje um ano no Brasil.
Moendo os grãos.
Enquanto países ao redor do mundo veem a redução de internações hospitalares e diminuição no número de mortos, o Brasil vive o inverso. Um ano depois de iniciada a pandemia por aqui, estamos na pior fase. Ontem atingimos a marca macabra de 250 mil mortos, em meio a leitos de UTIs lotados.
Descontrolados.
Sem sinal de trégua, o governo de SP anunciou ontem novas restrições que impedem a circulação das 23h às 5h. Para a associação de bares de SP, as novas regras são um convite para festas clandestinas. Já no Rio, após mais de 8 dias sem vacinas, a imunização dos idosos volta hoje em todo o estado.
Leste, Oeste, Norte, Sul.
A Fiocruz Amazônia criou um teste para detecção de novas variantes do coronavírus. Falando em Amazônia, o estado mais afetado do país, o Amazonas, recebeu 76 mil vacinas a menos do Ministério da Saúde, que enviou apenas 2 mil. Já o Amapá recebeu 78 mil doses, mas havia pedido apenas 2 mil. Afinal, ambos os estados começam com a letra A e estão no Norte do país.
Vou dar a volta no mundo.
Entre os nossos vizinhos, quem lidera a vacinação é o Chile. Não tem para ninguém na America Latina; mais de12% da população chilena já está vacinada, pouco atrás dos EUA, e muito à frente de países como Brasil, Argentina e México. Em tempo, Gana é o primeiro país a receber vacinas financiadas pelo sistema Covax – uma iniciativa global gerida pela OMS.
Enquanto isso.
Vacinas futuras dependem de um cobaia específico, e cada vez mais escasso: o macaco.
Daqui pra frente.
Lazer, compras, e transporte: o que a pandemia mudou para sempre?

Nervosinho ele.
Em visita ao Acre, onde sobrevoou alagamentos, Bolsonaro se estressou com a pergunta de um jornalista e encerrou a entrevista. O repórter perguntou ao presidente qual era sua avaliação sobre a decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça) de anular as quebras de sigilo bancário e fiscal de Flavio Bolsonaro e rapidamente – não se sabe o porquê – o presidente respondeu apenas: “entrevista encerrada”.
Kings of the jungle.
Bill Gates quer trabalhar com Jeff Bezos no combate às mudanças climáticas. De acordo com fundador da Microsoft, a crise climática se tornará muito maior que a pandemia de coronavírus, se nada for feito: “as mortes aumentarão sem parar, em meio a ondas de calor, incêndios florestais, a perda de áreas para agricultura”. Em tempo, o dono da Tesla, Elon Musk, já não é o homem mais rico do mundo.
Verdinha.
Anvisa aprovou novos produtos à base de cannabis com preço mais barato. Atualmente só está liberado no Brasil um único produto à base cannabis: o óleo de canabidiol da Prati-Donaduzzi, que não é considerado um medicamento, mas um fármaco com indicação terapêutica – o precinho é de R$ 2500. Os novos produtos custarão entre R$ 240 e 280.
Do you believe in magic?
Terminando… cientistas de Oxford conseguiram transformar dióxido de carbono em combustível para jatinhos.
Can I hear an amen?
Para terminar, o fim da igreja de louvor à inteligência artificial. O executivo do Uber dissolveu a sua Igreja Way of the Future.