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“Queijo tem cheiro. Aceita.” – um juiz na Alemanha ordenou que uma mulher que mora acima de uma loja de queijos parasse de postar placas alertando sobre o fedor da loja. Say cheeeese.

 


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Soy Capitan, Soy Capitan

 

A notícia.

Um ano – que parece quatro – de governo Bolsonaro.

 

Moendo os grãos.

No dia primeiro de janeiro de 2020, o primeiro presidente defensor da ditadura militar, desde a volta da normalidade democrática em 1985, completa 365 dias no poder. Ao mesmo tempo em que coleciona uma série de polêmicas, o presidente conseguiu, sob o seu governo, aprovar a tão falada Reforma da Previdência. Mérito do Congresso? O fato é que foi em sua gestão.

 

Então sai, sai da minha frente.

O ano começou com o presidente apresentando o ‘golden shower’ à família brasileira. Era Carnaval. Ao longo do ano, foram muitas as polêmicas, ou questões que já nem cabem na definição ‘polêmica’. Até agosto, Bolsonaro fez 58 insultos presidenciais, atirando pra todos os lados, principalmente contra a imprensa e ainda contra artistas, políticos, instituições, ONGs, e a sociedade civil.

 

Pode vir quente.

O Globo compilou um média de sete insultos por mês – até agosto. Foi nesse mês também, que o presidente debochou sobre reduzir impactos ambientais: “É só você fazer cocô dia sim, dia não, que melhora bastante nossa vida,” declarou o presidente do Brasil. Viria ainda a negação da fome no país, brigas com Alemanha e França, conversas sobre AI-5, e culpar Leo DiCaprio por queimadas na Amazônia.

 

Bang, bang.

Com Sérgio Moro na Justiça e Paulo Guedes na Economia, Bolsonaro – o candidato que passou a campanha fazendo arminha com as mãos – teve entre as suas principais bandeiras de 2019, a posse e o porte de armas. Sem conseguir se entender com o Supremo e o Congresso, foram nada menos que 10 decretos para cuidar da mesma coisa: armar o povo.

 

O ano termina e começa outra vez.

Para Bolsonaro, Brilhantes Ustra, o único já condenado pela Justiça brasileira por tortura, é herói; Greta Thunberg é “pirralha”; e o educador Paulo Freire é um “energúmeno”. Com previsão, no início do ano, de PIB de 2,5% e dólar a R$ 3,50, 2019 acabará com um PIB estimado em 0,9% e o dólar a R$ 4,00 (com picos de R$ 4,27). Eleito pelo PSL, ele já não tem partido. Que venha 2020.

 


 

RETROSPECTIVA

 

A notícia.

Fim de uma década: o Brasil de 2010 a 2019.

 

Moendo os grãos.

A década começa com o Brasil batendo recorde de crescimento (PIB de 7,5%) e o risco-Brasil mais baixo da História. A capa da Economist, ainda em 2009, mostra o Cristo Redentor decolando.

 

2010.

A primeira mulher é eleita presidente do Brasil com o apoio de Lula, que deixa a presidência com 80% de popularidade. Em 2011, Dilma Rousseff bate o recorde de popularidade de presidente em início de mandato.

 

2012.

Seguindo a Recessão Mundial de 2009, Dilma muda a política econômica de até então. Com a chamada ‘Nova Matriz Econômica’, o preço da gasolina e da energia elétrica passam a sofrer intervenção. O Supremo julga o ‘Mensalão’.

 

2013.

Seguindo a ‘Primavera Árabe’ (2011) e o ‘Occupy Wall Street’ (2012), uma onda de manifestações tomam conta do Brasil. A popularidade de Dilma cai como nunca antes. Papos de ‘ditadura militar’ voltam à pauta. O governo passa a financiar grandes empresas e a maquiar contas públicas.

 

2014.

Na maior humilhação do futebol brasileiro, o anfitrião Brasil perde de 7 a 1 pra Alemanha na Copa. Dilma vence Aécio Neves e se reelege na vitória mais apertada desde a volta da ditadura. Em março, surge a Lava Jato. Sérgio Moro estampa capas de revista pela primeira vez.

 

2015.

Milhões de pessoas vão às ruas contra o governo Dilma. A crise econômica passa a ser sentida e o Brasil entra em recessão técnica. Inflação ultrapassa 10%. Em dezembro, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, abre processo de impeachment contra a presidente.

 

2016.

A Lava Jato chega ao seu clímax. A Câmara aprova o impeachment de Dilma por ‘pedaladas fiscais’; Dilma cai; Michel Temer (PMDB) assume e muda completamente a política econômica.

 

2017.

O juiz Moro condena o ex-presidente Lula no caso do triplex – Lula se torna o primeiro presidente da História preso por corrupção. Timidamente, o Brasil volta a crescer, após dois anos de PIB negativo.

 

2018.

A vereadora Marielle Franco (PSOL) é assassinada no Rio. O número de desempregados bate recorde de 13 milhões. O Supremo nega habeas corpus de Lula, que é preso no dia 7 de abril. Jair Bolsonaro é eleito presidente e o ex-juiz Moro se torna o seu ministro da Justiça.

 

2019.

Supremo muda posição sobre prisão em 2a instância e Lula é solto. O Congresso aprova a Reforma da Previdência. Juros caem ao menor nível da História. Governo continua sem conseguir formar maioria na Câmara. Bolsonaro é o presidente mais impopular, após um ano de mandato.

 


 

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Shots Agora vai.

Renovado depois da vitória acachapante nas eleições britânicas no dia 12 de dezembro, o primeiro-ministro Boris Johnson enfim conseguiu que o parlamento britânico aprovasse o seu acordo de Brexit. Ou seja, após três anos de uma novela interminável, a saída do Reino Unido da União Europeia, de fato, acontecerá em 2020. O fim do sonho de uma Europa unida.

 

Shots De chocolate o amor é feito.

Ao defender o filho Flávio Bolsonaro, o presidente atacou o Ministério Público, o juiz que autorizou busca e apreensão na casa de sua ex-esposa, e disse a um repórter: “tem cara de homossexual terrível”. Já Flávio negou lavagem de dinheiro e disse que um PM amigo da família comprou R$ 21 mil em chocolates. O caso continuará reverberando em 2020.

 

Shots No aguardo.

Sonho do bi adiado. Não deu pro Flamengo e com gol de Firmino na prorrogação, o Liverpool foi campeão do Mundial de Clubes da FIFA.

 

Shots Tendências.

Terminando… especialistas afirmam que a dieta vegana ganhará força em 2020.

 

Shots THE 2010s.

Para terminar, da morte de Mandela em 2013 ao ápice da crise migratória, passando pelo recorde de Bolt no Rio-2016: as fotos que definem a década.

 


Por favor, mande qualquer notícia, críticas, comentários, e suas resoluções de 2020 para espresso@espressonoticia.com.br

Feliz Natal! E uma linda nova década!

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