
“Wine bar com hambúrguer.” – Noma, o melhor restaurante do mundo, reabriu na pandemia com um novo modelo de negócios. Não tá fácil pra ninguém.

Viralizou
A notícia.
Já são 32 pedidos de impeachment e sete pedidos de CPIs formalizados no Congresso para investigar Bolsonaro.
Moendo os grãos.
Ontem chegou mais um pedido de impeachment, o que o torna o presidente o recordista de pedidos de impeachment em 17 meses de governo. Em meio à crise sanitária, política, econômica, e cada vez mais mortos na pandemia, os partidos da oposição e do centro vem aumentando o poder de fogo contra Bolsonaro, que tenta se blindar com o apoio do centrão*.
Não para, não para não.
Entre as CPIs (Comissão Parlamentar de Inquérito), uma investigação tocada pelo Poder Legislativo e não pelo Poder Judiciário, aquela que tem tudo para se tornar realidade é a que pretende investigar as acusações do ex-ministro Moro de que Bolsonaro interferiu na autonomia da Polícia Federal. Deputados acreditam que ela tem poder para ser mais explosiva do que a CPI dos Correios, que desembocou no mensalão, na Era Lula, em 2005.
Enquanto isso.
O presidente se reuniu ontem com os governadores. Também participaram da reunião os presidentes do Senado e da Câmara. Para surpresa geral, o clima foi super de boa e não houve briga nem entre Bolsonaro e seu rival declarado, João Doria, governador de SP. Na reunião, Bolsonaro prometeu sancionar a ajuda de até R$ 125 bilhões aos estados e pediu que os governadores rejeitem reajuste aos servidores.
Mortes em progresso.
O país voltou a bater recorde e registrou a incrível marca de 1.188 mortes em apenas 24 horas; são mais de 20 mil mortos por Covid-19.
Em tempo.
O Congresso adiará as eleições desse ano por causa da pandemia. Ontem o presidente da Câmara disse que a nova data deve ser em dezembro.
*Centrão = grupo de partidos fisiológicos sem agenda programática que se aliam a quem estiver no poder. Entre eles: PP, o PSD de Kassab e o PTB de Roberto Jefferson.

Here we go – again.
A China se prepara para propor uma nova lei que seria “o fim de Hong Kong”, de acordo com os críticos. A nova lei de segurança chinesa seria adotada sem nem mesmo passar pelo parlamento de Hong Kong e proibiria “revoltas, separação, e subversão”. No ano passado, HK presenciou os maiores protestos desde que deixou de ser território britânico, em 1997, quando foi entregue de volta à China – que prometeu manter “alto grau de autonomia”. SQN.
Are you going to drop the bomb or not?
Trump abandonará hoje mais um importante acordo que visa evitar guerra nuclear. Assinado há 30 anos, no fim da Guerra Fria, o tratado ‘Open Skies’ (Céus Abertos) garantia aos EUA e à Rússia que fizessem voos no espaço aéreo um do outro usando sensores elaborados. Trump já saiu de outros acordos nucleares e tais sinais indicam que ele deve sair do tratado mais significativo: o que limita mísseis nucleares.
O Senhor é o meu pastor.
Mas anticorpos lhe faltará. A Suécia se tornou o país com a mais alta mortalidade por Covid-19. Nenhum outro tem tantas mortes por milhão de habitantes. Diferentemente dos vizinhos, os suecos não adotaram o lockdown e mantiveram restaurantes e escolas abertas. A estratégia de provocar a chamada “imunidade de rebanho” tampouco surtiu efeito, já que mesmo com o comércio aberto, apenas 7,3% da polução de Estocolmo adquiriu anticorpos contra o coronavírus.
Big covid, aquele que tudo vê.
Google e Apple lançaram um software que permitirá às autoridades em 22 países localizar usuários e detectar se estão respeitando medidas de isolamento. Cabe às autoridades pegarem a nova tecnologia e criar seus próprios apps. No entanto, há medo de violação de privacidade. Falando em empresas tecnológicas, o Facebook liberou ontem seus funcionários para trabalharem de casa – para sempre.
Do you believe in life after covid?
Terminando… Cher ganhou festinha surpresa ao ar livre com distanciamento social e convidados de máscaras e luvas.
Ela é o morango aqui do Nordeste.
Para terminar, lave morangos na água salgada e veja pequenas larvinhas saindo deles. Sério.
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Um final de semana relaxante.