
“Timing perfeito. Química ainda melhor” – Joe Exotic, o ‘Tiger King’, lançará da cadeia a sua marca de cannabis com Jason Hervey. Are you kitten me?

PANDEMICÍDIO
A notícia.
Meio milhão de mortos por covid. Até quando?
Moendo os grãos.
O país ultrapassou a marca de 500 mil almas levadas pela Covid-19 – a segunda maior marca de todo o planeta. Sem sinal de alento, em meio a um ritmo lento de vacinação, o vírus continua se propagando, por meio de novas mutações e variantes, enquanto o presidente do Brasil se nega a apoiar medidas sanitárias básicas como distanciamento social ou o uso de máscaras.
Tempos horribilis.
De acordo com a Fiocruz, a situação é crítica e deve voltar a se intensificar com a chegada do inverno. Apenas 15% dos adultos estão 100% imunizados. Nunca antes na História do país, um único evento matou tantos de nós. Quando passamos mais de um ano ouvindo que 2 mil, 3 mil pessoas morrem diariamente, é preciso um esforço ativo para dimensionar o peso humano da catástrofe.
Relicário de uma pandemia.
Em meio à falta de testes, apagão de dados, fronteiras abertas, quarentenas frouxas, brigas entre autoridades, e-mails ignorados, e falta de agilidade por vacinas, nos tornamos pária global. O presidente foi fundamental nessa equação. É inegável a responsabilidade do líder da nação, a quem cabia uma coordenação federal, e um plano de ação coeso, por meio do Ministério da Saúde.
Pandemônio.
Mas desde o início, Bolsonaro foi no caminho contrário da Ciência, menosprezando a gravidade do que começava a tomar forma. Ainda em março do ano passado, o presidente disse que o país não contabilizaria nem 800 mortos pelo Covid-19, ao qual se referiu como “gripezinha” e “fantasia” da mídia. Meses depois, questionado sobre o aumento contínuo das mortes, soltou um “e daí?” que chocou o país.
Never forget.
Em seu primeiro discurso à nação, tentou ‘acalmar’ os brasileiros comentando sobre seu ‘porte atlético’. Desde então, criou a falsa dicotomia de que era preciso escolher entre salvar vidas ou salvar a economia – como se o rápido retorno das atividades econômicas não dependessem de um controle certeiro do vírus (como aconteceu em outros países); e se voltou para curas milagrosas como a “cloroquina”.
É nesse clima.
Em meio à CPI que investiga os erros do governo na crise do coronavírus, que milhares de brasileiros voltaram às ruas para protestar contra Bolsonaro, repetidamente chamado de “genocida”.

Oh no, oh no, no, no.
O racha entre o Papa Francisco e a conservadora Igreja Católica nos EUA tá cada vez mais tenso. Na sexta-feira, apesar de um alerta contrário do próprio Vaticano, os bispos americanos concordaram em redigir uma nova doutrina sobre o significado da Sagrada Comunhão, que terminaria proibindo Joe Biden de comungar por causa de seu posicionamento sobre o aborto.
It’s a party in the USA.
Os EUA atingiram a marca simbólica de 300 milhões de doses de vacinas já aplicadas – a população americana é de cerca de 300 milhões. Ainda assim, especialistas agora alertam sobre a variante Delta – considerada a mutação mais perigosa surgida até então. O fato é que mortes e hospitalizações continuam diminuindo no país.
Dust in the wind.
Um YouTuber apostou US$ 10 mil com um físico de que o seu carro consegue ir mais rápido que o vento – os cientistas-celebridades, Bill Nye e Neil deGrasse, supervisionarão a aposta.
First things first.
Terminando… não foram os europeus e americanos que descobriram a Antártida. Novos estudos apontam que os maoris estiveram no continente 1300 anos antes.
I am titanium.
Para terminar, David Guetta vendeu seu catálogo de músicas por US$ 100 mil.