
“Romance devagar na era digital.” – prefeitura japonesa lançou programa que banca cartas de amor entre potenciais pretendentes. It’s a (handwritten) match.
Dó, Ré, Militar
A notícia.
Em meio à nova crise militar, vice-presidente Mourão defende que Pazzuelo seja punido pelo Exército.
Moendo os grãos.
Nas Forças Armadas, a proibição de que militares da ativa participem de atos políticos é levada tão a serio que não há registros recentes de oficiais punidos por desobedecer o que diz o regimento interno. Mas no domingo, o ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, um general não-aposentado, resolveu subir no palanque ao lado do presidente Bolsonaro – ambos sem máscara.
Patente alta, bigode grosso.
Ontem Mourão afirmou que Pazzuelo “entendeu que cometeu um erro” e defendeu que sofra consequências. Há o medo no Exército, de que se ele ficar impune, comandantes percam a autoridade e moral para punir sargentos, tenentes e até cabos que decidam seguir o exemplo de Pazu.
Mentir é feio.
Para membros da CPI, Pazuello se auto indiciou. Ontem o presidente da CPI, Omar Aziz, afirmou que “agora, as pessoas que tomarem a decisão de mentir poderão ser presas”. Para Aziz, Pazu tinha o direito de se manter calado para não se auto-incriminar, mas não de mentir. O ex-ministro e o atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, serão reconvocados a prestar depoimento.
Enquanto isso.
Xuxa e Porchat são algumas das personalidades que entraram ontem com novo pedido de impeachment contra Bolsonaro. Já são 117 diferentes pedidos de impeachment contra o presidente na Câmara.
Pit Stop Fora de Rota
A notícia.
Empresas aéreas internacionais já estão evitando espaço aéreo da Bielorrússia.
Moendo os grãos.
Ontem o Reino Unido pediu às companhias aéreas britânicas que parem de sobrevoar a Bielorrússia, após o presidente forçar o pouso de avião comercial que ia da Lituânia para a Grécia, apenas para prender um dos passageiros: um jornalista dissidente. Londres convocou de volta o embaixador em Minsk e extinguiu a licença da cia aérea bielorrussa para operar voos.
Enquanto isso.
Novos detalhes sobre o que aconteceu no ‘voo sequestrado’ vieram à tona e líderes europeus se reuniram e aplicaram sanções em meio ao que chamam de “pirataria aérea patrocinada por um estado”. O dono da Ryanair afirmou que haviam agentes da KGB – o serviço secreto russo – infiltrados entre os passageiros do voo que foi forçado a parar no aeroporto da capital bielorrussa. Rússia é a principal aliada da Bielorrússia.

Rest in power.
Hoje, há um ano, George Floyd foi comprar um maço de cigarros e o mundo nunca mais foi o mesmo. A morte do homem negro por um policial branco que passou 9 minutos ajoelhado sobre seu pescoço serviu de gatilho para os maiores protestos antirraciais em mais de 50 anos, fortaleceu o ‘Black Lives Matter’ e inspirou atos por todo o mundo. Hoje a família de Floyd de reunirá com Joe Biden na Casa Branca.
Profonda tristezza.
A Itália abriu investigação ontem por “homicídio múltiplo”, após o mega acidente em um teleférico na região de Piemonte que deixou 14 mortos. O ministro de Infraestrutura italiano esteve ontem na região do acidente, próximo ao Lago Maggiori. O único sobrevivente é um garotinho de cinco anos que perdeu a mãe, o pai, irmão e avôs. Tragédia.
Breakfast with Chandon at Tiffany’s.
Com patrimônio de US$ 186,3 bilhões, Bernard Arnault, dono da Louis Vuitton Moët Hennesey, ultrapassou Jeff Bezos por $300 milhões e é o homem mais rico do mundo. Na última semana, Arnault, que nos últimos meses comprou $538 milhões em ações da própria empresa, lucrou $800 milhões com a alta dos papéis da LVMH*. É a primeira vez que um europeu chega ao topo da lista da Forbes desde 2015, quando o espanhola Ortega, da Zara, então ultrapassou Bill Gates.
*Em janeiro, a LVMH, que é dona de marcas como Fendi, Dior e Givenchy, fez o maior negócio do mundo fashion ao comprar a Tiffany & Co. por US$ 15,8 milhões.
Pague 1, leve 3.
Terminando… antes impossível de conseguir, agora encalhado: vendas de álcool gel despencaram nos EUA e lojas não sabem o que fazer com estoques.
Não sou obrigada a nada.
Para terminar, ‘estátua da liberdade’ da Havan suicidou-se.

