
“É hora de evoluir.” – Microsoft quer sua ajuda para escolher sua nova fonte padrão que substituirá Calibri. Não, Comic Sans não é uma opção.

Ato Final
A notícia.
Aos 42 anos, morreu o ator Paulo Gustavo, vítima da Covid-19.
Moendo os grãos.
Após mais de 50 dias internado, um dos maiores humoristas do Brasil, dono da maior bilheteria do cinema nacional, que por mais de uma década fez o país gargalhar, perdeu a batalha contra uma doença que já matou 400 mil brasileiros. Enquanto o presidente continua a propagandear curas milagrosas e causar aglomerações, o Brasil se vê diante de novas despedidas desnecessárias.
Menos sorrisos.
Em pouco mais de 15 anos, Paulo Gustavo conseguiu uma carreira estelar, se tornou o principal nome do showbiz brasileiro e referência na arte de fazer rir. A sua morte abrupta, com apenas 42 anos, faz um Brasil menos alegre repensar – novamente – o significado dessa pandemia. Até quando? Quantos mais? Mesmo com vacinas já existentes.
Força.
Casado desde 2015, Paulo Gustavo deixa o marido Thales Bretas e dois filhos, Gael e Romeu. A cortina se fecha, mas sua luz segue forte.
Me Dê Motivo
A notícia.
Na estreia dos depoimentos da CPI, Luiz Henrique Mandetta fritou Bolsonaro.
Moendo os grãos.
Apesar de impor certo desgaste ao presidente, não houve nenhuma bomba realmente nova vindo do ex-ministro da Saúde. Quem fala hoje é Nelson Teich, o segundo ministro da Saúde demitido por Bolsonaro. Já Pazzuelo, que também deveria falar hoje, alegou suspeita de covid e deu pra trás. Por sinal, testemunhas do treinamento do general para depor na CPI dizem que, “Pazzuelo tremia”.
Os principais pontos de Mandetta.
- Presidência sugeriu decreto para colocar indicação para covid nas bulas da cloroquina.
- O então ministro da Saúde chegou a enviar carta ao presidente, alertando-o sobre colapso na Saúde. Bolsonaro nunca respondeu.
- Uma das críticas mais duras de Mandetta foi contra o ministro da Economia, Paulo Guedes.
Enquanto isso.
O Planalto pensa numa estratégia para desviar o foco da CPI: operações a rodo contra governadores. Em meio a uma discussão sobre o uso político da PF, o governo vê potencial para 400 ações nos próximos meses.

Ay, me voy otra vez.
Após a derrubada do governo de Madri em março, em meio a uma crise política que contou com traição partidária contra a governante Isabel Díaz Ayuso, a Assembleia de Madri realizou ontem eleições antecipadas. Mas o partido conservador de Isabel, o PP, voltou a ganhar, dobrando o número de cadeiras – ainda assim, precisará do Vox, de extrema-direita, para formar maioria. Já em Israel, Benjamin Netanyahu não conseguiu formar coalizão partidária pra governar.
Saudade que dói.
Um rapaz de 18 anos invadiu uma escola infantil em Santa Catarina e esfaqueou alunos e professores. Fabiano Kipper Mai chegou de bicicleta portando facão na escola Pró-Infância Aquarela, no município de Saudades, a 60km de Chapecó. Entre as cinco vítimas do massacre, está uma professora, uma funcionária e três crianças com idades entre seis meses e dois anos. Terror.
Dia de los muertos.
Desastre no metrô da Cidade do México deixou, pelo menos, 23 mortos e mais de 70 feridos depois que um viaduto desabou sobre uma movimentada avenida onde circulava o trem do metrô. O colapso aconteceu na Linha 7, a mais nova linha do metrô mexicano e uma das mais movimentada do mundo. Esta mesma linha já foi alvo de reclamações e reformas estruturais antes.
Avant-garden.
Terminando… um dos restaurantes mais estrelados do mundo, o Eleven Madison Park, em NYC, se tornará 100% vegano.
The book is on the table.
Para terminar, o livro infantil de Meghan Markle.
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Uma quarta-feira iluminada. Até amanhã.