
“Não substitui o enólogo, mas…” – startup californiana ensinou um computador a degustar vinhos. Wine not?

29M: Tratamento Precoce
A notícia.
O “fora Bolsonaro” lotou as ruas nos maiores protestos antigoverno desde o início da pandemia.
Moendo os grãos.
Apesar da pandemia, centenas de milhares de brasileiros foram às ruas em mais de 200 cidades para pedir vacina e o impeachment do presidente ultradireitista, em meio à resposta catastrófica do governo na crise do coronavírus. Organizadores pediram aos manifestantes que usassem máscaras PFF2 e mantivessem o distanciamento, mas a aglomeração foi inevitável.
Já ir, já foi, já vai, já era.
No Rio, muitos manifestantes carregavam placas lembrando familiares e amigos que se foram por conta da pandemia que já matou quase 460 mil brasileiros. Em SP, em meio a placas de “Bolsonaro genocida”, organizadores contabilizaram mais de 100 mil manifestantes. “O governo é mais perigoso que o vírus,” afirmou Irene Grether, de 69 anos.
Mitomaníaco.
Desde o início da pandemia, Bolsonaro vinha exibindo um falso monopólio das ruas, já que muitos preferiam ficar em casa, mas em meio às constantes provocações do presidente, antibolsonaristas sentiram ser chegada a hora de dar o troco. No entanto, a grande maioria usava máscara e entoava mensagens a favor da ciência – diferentemente dos atos a favor do presidente.
Mazel Tov
A notícia.
Após 12 anos, chega ao fim a era Benjamin Netanyahu.
Moendo os grãos.
Após quartas eleições parlamentares consecutivas e inconclusivas, o mais longevo primeiro-ministro da história de Israel vinha lutando para permanecer no poder – mas tava difícil. Em março, os israelenses voltaram às urnas pela quarta vez em menos de dois anos, já que em meio a vitórias apertadas, confusões sobre formação de alianças e coalizões pós-eleição sempre seguiam.
Xeque-mate.
O partido Likud de Netanyahu venceu (apertadinho, mas venceu) todas as últimas quatro eleições, mas nem ele e nem o rival Benny Gantz, logo atrás, conseguiram formar coalizão que lhes garantisse maioria parlamentar. Ontem partidos de oposição chegaram a um acordo para dar adeus a Bibi. Um partido de direita, ex-aliado de Likud, resolveu se juntar à coalizão liderada pelo centrista Yair Lapid, o que enfim deve garantir a formação de um governo.

Sakêzinho indigesto.
O estado de emergência contra o coronavírus no Japão que deveria terminar hoje foi estendido até dia 20 de junho, um mês antes do início das Olimpíadas. O Japão adotou a medida na tentativa de frear o aumento nos casos de Covid-19. Em tempo, um dos patrocinadores dos Jogos Olímpicos de Tóquio chamou o evento de “ameaça à saúde”, pediu o seu cancelamento, e ainda a renúncia do primeiro-ministro.
The winner takes it all.
Roland Garros começou ontem com os três principais nomes do tênis a caminho de fazer história. Tudo indica que Rafael Nadal, Roger Federer – ambos empatados com 20 Grand Slams – e Novak Djokovic – logo atrás com 18 – devem se enfrentar na reta final do Open da França. De Paris para Porto: Chelsea venceu o Manchester na final da Champion’s League.
Na brisa de Iza.
Terminando… Iza foi eleita pela Time como uma das 10 líderes mundiais da próxima geração.
Put a (top secret) ring on it.
Para terminar, o primeiro-ministro Boris Johnson se casou às escondidas.
