
“Elas relaxam.” – estudantes de música clássica na Dinamarca agora fazem concertos para as vacas. Gotta love Moooo-zart.

Um é Pouco, Dois é Bom, Três é Ótimo
A notícia.
Enfim a vacina da Pfizer chegou ao Brasil.
Moendo os grãos.
Após a CoronaVac e a AstraZeneca, o Brasil tem agora disponível uma terceira vacina: a da farmacêutica americana Pfizer. O primeiro lote do imunizante – cerca de um milhão de doses – que chegou ontem no aeroporto de Viracopos começará a ser redistribuído hoje para as capitais. O acordo do Ministério da Saúde prevê 100 milhões de doses até setembro.
Enquanto isso.
Mais de 400 mil de nós, brasileiros, já se foram pela Covid-19. O Brasil atingiu ontem a macabra marca, em meio a um patamar ainda alto de mortes diárias e índice de mortalidade crescente. Os últimos dois meses foram os piores desde o início da pandemia, em março de 2020. Se o país demorou cinco meses para atingir 200 mil mortos, a marca de 400 mil veio em apenas 36 dias.
Pandemicídio.
A triste marca representa três vezes o impacto da bomba de Hiroshima que matou 130 mil pessoas; 145 vezes o ataque às Torres Gêmeas, em NYC, que deixou 2.750 mortos, e 1.544 vezes o desastre de Brumadinho, que deixou 270 mortos. Mas o que está ruim, pode ficar pior: especialistas já falam em terceira onda no país.
Em tempo.
Ontem, após muita discussão, o Senado aprovou projeto de lei que quebra patentes de vacinas e remédios contra a Covid-19.
É devagar, devagar, devagarinho.
Enquanto os nossos vizinhos, Chile e Uruguai, estão a caminho para atingir ampla cobertura vacinal ainda nesse ano, a maioria da população brasileira só estará imunizada a partir da metade de 2022. Sigamos.

Quarenteners… ou não.
A Turquia começou ontem o seu primeiro lockdown desde o início da pandemia, há um ano. Mas Ankara ainda continua relativamente orgulhosa de seu baixo número de mortes: 39 mil. Já na Índia, que se tornou epicentro da pandemia e quebrou novo recorde mundial de infecções (380 mil em 24 horas), eleições no estado de Bengala Ocidental rolaram ontem mesmo assim.
Pânico.
Tragédia em Israel deixou, pelo menos, 44 mortos, após um pisoteamento em festival religioso. Cerca de 100 mil pessoas participavam do evento – a primeira grande reunião religiosa realizada no país desde que foram suspensas as restrições por conta do coronavírus –, quando começou um tumulto ainda sem causa precisa. A polícia parece ter aumentado o tumulto.
Come here Rudy boy, boy.
Após ter sua casa e escritório em Manhattan vasculhados pelo FBI, o ex-prefeito de NYC, e advogado de Trump, Rudy Giuliani, negou ontem qualquer mal feito. Já no Brasil, o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, está um passo mais perto da liberdade, após o TRF-4 revogar a prisão preventiva determinada em 2016 por Sérgio Moro – mas uma outra ordem de prisão do TRF-1 ainda continua vigente.
Made in China.
A China lançou ontem o primeiro módulo de sua futura estação espacial, que será concluída em 2022. Até agora, só existe uma única estação em órbita: a Estação Espacial Internacional, da qual a China foi limada. Os chineses chegaram tarde ao jogo da exploração espacial e lançaram, apenas em 2003, o primeiro astronauta ao espaço, se tornando assim o terceiro país a realizar o feito, atrás dos EUA e da Rússia.
La solitudine.
Terminando… após 32 anos vivendo sozinho numa ilha paradisíaca, esse eremita italiano será expulso pela Itália.
Try not to abuse your power.
Para terminar, Anitta’s different Rio e Billie Eilish’s power.