
“Ajudaria a combater a mudança climática.” – EUA estão um passo mais próximo de bloquear o sol, criando noite permanentemente. Hello darkness, my old friend.

Made in Brazil
A notícia.
A primeira vacina 100% brasileira – ou quase isso.
Moendo os grãos.
O governador de SP, João Doria, apresentou na sexta-feira a vacina contra Covid-19 desenvolvida pelo Instituto Butantan, é a Butanvac, que está em fase de testes. O novo imunizante é baseado na chamada tecnologia de vetor viral (ou seja, faz uso do código genético do próprio vírus), como a vacina da gripe.
Um é pouco, dois é bom.
Horas depois de SP anunciar a Butanvac, o ministro-astronauta das Ciências, Marcos Pontes, convocou a imprensa para apresentar outra vacina nacional – esta apoiada pelo governo federal e produzida pela USP. Sobre o timing, o ministro disse que, “deve ter sido coincidência. E é bom para o país.” De fato, é ótimo não ter um governo negacionista e anti-vacina.
Já no sábado.
Um dia depois de João Doria tornar pública a Butanvac, hospital nos EUA disse que a vacina foi produzida por lá e que o novo imunizante seria uma “parceria”.
Enquanto isso.
Para o mercado, é preciso controlar Bolsonaro… e os empresários querem que o ‘Centrão’ dê ultimato ao presidente. Em meio à crise sanitária e econômica, que só se agrava e não dá trégua, o presidente da Câmara, Arthur Lira e o do Senado, Pacheco, alinharam seus discursos com o empresariado e defendem uma intervenção no governo Bolsonaro.
Mas afinal.
Bolsonaro é ou não é genocida? Especialistas apontam possíveis crimes do presidente no combate à pandemia.
Apenas Rapazes Latino-Americanos
A notícia.
O que deveria ser festa, terminou em discussão acalorada na celebração de 30 anos do Mercosul.
Moendo os grãos.
Criado em 1991, o Mercosul é um bloco de livre comércio composto por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai – Venezuela depois se tornou membro, mas está suspensa desde 2016. No final de semana, o bloco sul-americano, com um PIB de US$ 2,79 trilhões, marcou o encontrinho virtual para marcar os 30 anos de criação – participou ainda a Bolívia (que tá no processo para entrar) e o Chile (como observador).
Mas a coisa esquentou.
O Mercosul não permite que seus membros negociem tratados comerciais individualmente, algo que Uruguai e Paraguai tentam mudar há uma década. “Mais fácil sair do barco,” disse o presidente argentino aborrecido com a cobrança do colega uruguaio sobre liberdade fora do bloco. Já a Argentina sugeriu a criação de dois observatórios – da democracia e do meio-ambiente –, o que irritou Bolsonaro.

From sea to shining sea.
O presidente da França, Emmanuel Macron, acusou o Reino Unido de chantagem na entrega da vacina da Oxford. No Reino Unido, por sinal, o premiê Boris Johnson vem sendo pressionado a enviar vacinas aos países mais pobres. Já nos EUA, pela 3a semana seguida, a curva de novas infecções continua estacionada e o país deve atingir de 70% a 90% de vacinados já em meados de julho. Em tempo, NYC se prepara para voltar com a Broadway em setembro.
Caminho das Índias.
A maior democracia do mundo – que para muitos especialistas está no caminho para se tornar cada vez mais autoritária –, a Índia, foi palco de greve liderada por camponeses, que protestam desde novembro contra reformas neoliberais na agricultura. Os indianos creem que as novas leis agrícolas os deixarão mais vulneráveis e nas mãos de grandes corporações como a Reliance Industries.
I want to break free.
O imenso navio no tamanho do Empire State que estava bloqueando o Suez Canal, no Egito, foi enfim desencalhado hoje, desafogando assim uma das principais rotas do comércio global. É, em plena era digital, não dá pra esquecer o quão frágeis – e analógicas – são as redes interconectadas que entrelaçam o nosso mundo.
Eu tive um sonho, vou te contar.
Terminando… os polvos sonham quase como os humanos – são sonhos em GIFs de um minuto.
Papa-paparazzi.
Para terminar, a pandemia tem sido ruim para os paparazzi.
Por favor, mande qualquer notícia, críticas, comentários, e relatos de seus sonhos mais recentes pra espresso@espressonoticia.com. br
Uma segundinha sonhadora. Até amanhã.
