
“Chefe diretor visionário.” – novo cargo de Jay-Z dentro de uma empresa de cannabis. Empire state of mind.

Domingo Ela Vai
A notícia.
Rio, SP e outras 16 capitais voltam às urnas nesse domingo.
Moendo os grãos.
Se Belo Horizonte, Salvador, Natal, Curitiba, Floripa, Campo Grande e Palmas já escolheram seus respectivos prefeitos no dia 15 de novembro, a grande maioria continua com as eleições em aberto – incluindo as maiores cidades do país. No Rio, a Justiça enfim proibiu a campanha do prefeito Marcelo Crivella (Republicanos) de distribuir panfletos com fake news sobre Eduardo Paes (DEM) nas igrejas.
Já em SP.
A campanha de Guilherme Boulos (PSOL) se voltou contra Ricardo Nunes (MDB), o vice de Bruno Covas (PSBD), que, além de acusado de violência doméstica, é investigado por suspeitas de superfaturamento em contratos com creches. Boulos, que afirmou ontem que “ninguém governa sozinho“, quer usar acusações contra Nunes para desestimular o voto ‘lavajatista’ ou “anticorrupção”.
Um por todos.
E todos contra Bolsonaro. Em Fortaleza, o segundo turno é entre o Capitão Wagner Sousa, bolsonarista convicto, e José Nogueira (PDT), do partido de Ciro Gomes. O apoio à candidatura de Nogueira, costurada pelos Gomes junto com o PT, chegou a juntar inclusive partidos como PSDB, DEM e PSOL no estado, e é vista como um laboratório contra o bolsonarismo em 2022. Nos últimos dias, o capitão tentou se descolar de Bolsonaro – sem sucesso.
Não à toa.
O presidente do Brasil se manteve calado nesse 2o turno. Bolsonaro se revelou péssimo puxador de votos na primeira rodada, mas além de Wagner em Fortaleza, ele apoia ainda Crivella no Rio e tem pupilo no Rio Branco (Acre). Já o ex-presidente Lula apoia Boulos em SP, Manuela D’Avilla em Porto Alegre e, a cereja do bolo: disputa à prefeitura do Recife com Marília Arraes (PT) – que concorre contra o primo João Campos (PSB).
Enquanto isso.
O Brasil já registrou 107 assassinatos políticos nessa campanha eleitoral; 33 eram candidatos à prefeito e vereador. Meu Brasil brasileiro.

Santa Claus is coming to pandemic town.
Na tentativa de salvar o Natal, a França flexibilizará restrições do lockdown para facilitar as compras de fim de ano. Já o Reino Unido resolveu criar espécie de “bolha natalina” com os mesmos objetivos. E nos EUA, por 5 a 4, o Supremo se aliou a grupos religiosos e derrubou o limite imposto por Nova York durante a pandemia aos cultos religiosos – um sinal do que está por vir. Por aqui, Bolsonaro negou que já tenha chamado a covid de “gripezinha”. Não é verdade!
O que é imortal.
Os argentinos deram o último adeus a uma das maiores lendas do futebol em um velório histórico marcado por muitas homenagens, lágrimas e até brigas. Torcedores cansados de esperar na longa fila derrubaram grades de proteção para ganhar mais espaço e terminaram em confronto com a polícia. Houve bala de borracha para dispersar o tumulto.
Central das brazilian stars.
Sônia Braga é uma das 25 melhores atrizes do século em lista do New York Times, que também traz Melissa McCarthy – que por sinal lançou ontem “Superintelligence“, seu novo filme. Em tempo, um Oscar para Fernanda Montenegro. Nessa semana, Glenn Close afirmou que ficou atônita com vitória de Gwyneth Paltrow e que a brasileira é quem deveria ter ganhado naquele ano.
Ninguém disse que seria fácil.
Terminando… príncipe Charles e Camilla desativaram os comentários em suas redes sociais, já que a coisa está quente desde que estreou “The Crown”.
Noite feliz.
Para terminar, “Teocracia em vertigem”, novo especial de Natal do Porta dos Fundos.