
“Produtividade sem sacrificar a experiência.” – BlackBerry está de volta. So BBM me maybe?

Big Brother Brasil
A notícia.
Supremo decide que são ilegais os dossiês secretos do governo contra servidores que nada fizeram de errado.
Moendo os grãos.
Por 9 a 1, a mais alta corte do Brasil entendeu que o Ministério da Justiça não pode monitorar servidores “que atuam dento do limite da legalidade”. No mês passado, a imprensa revelou que sob o novo ministro da Justiça, o ministério passou a monitorar servidores considerados “antifascistas” e a produzir relatórios de inteligência com informações pessoais de opositores de Bolsonaro.
Desvios de finalidade.
A missão de produzir dossiês secretos ficou a cargo de uma pasta recém-criada na gestão do ex-juiz e ex-ministro, Sérgio Moro, a Secretaria de Operações Integradas (Seopi), que nasceu com o intuito de integrar operações policiais contra o crime organizado, mas sob o ministro André Mendonça, passou a investigar rivais do presidente Bolsonaro.
Aquele que tudo vê.
Mês passado, o Ministério Público abriu investigação e pediu ao Planalto que explicasse “a existência de elementos que indicam atuação estatal de cerceamento ou limitação da livre expressão do pensamento de cidadãos e profissionais”. No início do mês, após muita polêmica, Mendonça chegou a trocar o diretor da pasta responsável pelo monitoramento, mas disse que não havia nada de ilegal nos dossiês, que teriam sido inclusive compartilhados por Eduardo Bolsonaro.
Recadinho.
Sérgio Moro disse “causar estranheza” o pedido de dossiês bem no dia de sua renúncia. Né?

He said yes.
Após 33 anos desde a primeira vez em que tentou ser candidato presidencial, em meio a uma pandemia, e sem o filho Beau, Joe Biden fez o discurso mais importante de toda a sua carreira política. Na última noite de Convenção Democrata, após três dias de expectativa, ontem o ex-vice-presidente de Obama aceitou oficialmente representar o partido nas eleições contra Trump: “serei aliado da luz, não da escuridão,” disse o possível futuro presidente. Biden ainda lembrou o New Deal de Roosevelt, fez referência a George Floyd, estendeu a mão aos republicanos e disse que será o presidente de todos os americanos, não só de quem votou nele.
Build the wall. Ou não.
O ex-estrategista de Trump, uma das principais vozes do ‘Alt-right’ – movimento populista de direita ultranacionalista –, Steve Bannon, foi preso acusado de fraude ao angariar milhões em doações para construção de um muro enre os EUA e o México, e desviá-las para o próprio bolso. Ele pagou fiança de 5 milhões e foi solto. Ano passado, Bannon indicou Eduardo Bolsonaro para chefiar o seu The Movement na América do Sul. Eduardo não comentou a prisão.
Venenosa, ê ê ê ê.
O líder da oposição na Rússia, Alexey Navalny, foi envenenando. Ele voltava de Tomsk a Moscou, quando passou mal no voo, que teve de fazer um pouco emergencial. O Kremlin desejou uma “rápida recuperação” ao principal opositor e mais ferrenho crítico do presidente Vladimir Putin. O Reino Unido, que no ano passado acusou a Rússia de envenenar um espião, se disse “bastante preocupado” com as notícias. Já a França ofereceu asilo político a Alexey.
Domingo ele vai.
Vem chegando o dia mais importante da carreira do adulto Ney: PSG X Bayern na final da Champion’s League.
Hello England’s rose.
Terminando… a primeira olhadinha em Emma Corrin como Diana. E já temos a data de estreia de “The Crown”.
Oi, lynda.
Para terminar, a Miss Brasil 2020.