
“Sou a Beyoncé.” – foi o que alegou a suspeita de roubar um carro ao não parar para pra polícia. Beautiful liar.
EPIDEMIA
A notícia.
A Organização Mundial de Saúde declara o coronavírus pandemia mundial – e os mercados surtam em novo dia de pânico.
Moendo os grãos.
Como esperado desde a segunda-feira, os sinais da propagação global do coronavírus foram confirmados ontem com a declaração da OMS de que, em meio a pandemia, os governos devem focar suas atenções, menos em conter o novo vírus, e muito mais em preparar hospitais para receber os doentes, agilizar a logística de materiais necessários e implementar medidas que evitem multidões.
Nos EUA.
Todas as viagens da Europa foram barradas. Ontem executivos de Wall Street tiveram uma reunião com Trump para discutir o impacto do corona na economia. Pelo menos, sete dos principais bancos americanos estavam presentes. Os casos por lá já superam a marca de mil. Em NYC, a guarda nacional foi convocada para tentar conter o vírus nos subúrbios.
Na Europa.
Angela Merkel da Alemanha disse ontem que “o vírus chegou”. De acordo com a chanceler, 70% da população será atingida pelo vírus e que os mais velhos devem estar extremamente atentos. A gigante alemã Adidas afirmou que o COVID-19 deve custar 500 milhões à empresa. No Reino Unido, o governo cortou os juros para ajudar a economia em meio à epidemia. Na Itália, epicentro da doença fora da China, já são mais de 400 mortos.
No Brasil.
Após o segundo circuit breaker em apenas dois dias, a Bolsa brasileiro fechou em queda de 7,6%. O circuit breaker é acionado para evitar contágio generalizado e efeito manada quando o volume de vendas de ações é muito grande. Foram 30 minutos de pausa na Bovespa. Já secretário de comunicação voltou de viagem com Bolsonaro com suspeita de coronavírus; o resultado sai hoje. Em SP, o governo estuda suspender aulas na USP– onde um aluno foi diagnosticado com COVID-19. São agora 50 casos no Brasil.
Na saúde e na doença.
E no paraíso de Trancoso, tudo indica que o casamento da irmã de Pugliesi, no final de semana passado, teve diversos convidados com o coronavírus.

Luz, câmera, prisão.
Em um dos casos mais emblemáticos e simbólicos do #MeToo, o ex-todo-poderoso de Hollywood, o produtor Harvey Weinstein, foi condenado ontem a 23 amos de prisão por assediar sexualmente de mulheres em NYC. Em tempo, veja como o movimento do #MeToo tem ajudado a pôr fim à cultura do teste do sofá na indústria cinematográfico.
Toma Doril que passa.
O governo de Justin Trudeau enviou uma lei ao parlamento do Canadá para criminalizar a ‘conversão de LGBTs’ – a polêmica prática que promete mudar a orientação sexual das pessoas através de hipnose e terapia. Cientistas e médicos, no entanto, são contra e dizem que pode causar probelmas mentais. Se aprovada, o Canadá será o quarto país a proibir a prática – atrás do Brasil, Malta e Equador.
Frituritas.
Terminando… qual seria sua última refeição no corredor da morte? Dos 50 países com pena de morte, apenas os EUA estudaram os hábitos culinários dos presos. Por lá, 70% pediu comida frita como sua refeição final.
O que os olhos não veem.
Para terminar, Love is Blind.
Por favor, mande qualquer notícia, críticas, comentários, e frituras pra espresso@espressonoticia.com.br
Uma esplendorosa quinta-feira. Até amanhã.
