
“Comportavam-se como criancinhas.” – um professor se deparou com ursinhos dançando em uma floresta na Finlândia; achou que fosse imaginação. The simple bare necessities.

Olha Aqui, Preste Atenção
A notícia.
Governadores de 19 estados lançaram uma carta criticando as declarações de Bolsonaro sobre a morte do miliciano Adriano Nóbrega.
Moendo os grãos.
Os governadores de 19 estados e o do Distrito Federal disseram ontem que o presidente se antecipa às “investigações policiais para atribuir fatos graves às condutas das polícias e de seus governadores” e que suas afirmações “não contribuem para a evolução da democracia no Brasil”. No final de semana, Bolsonaro culpou o PT pela morte do miliciano, pois o partido governa a Bahia.
Valeu. Foi bom. Adeus.
Um dos criminosos mais procurados do Rio, foragido há mais de um ano, o ex-capitão do Bope, que tinha ligação com o clã Bolsonaro, foi morto depois de um tiroteio com a PM da Bahia. Ele estava escondido no sítio de vereador do PSL na zona rural da Bahia. A Veja dessa semana traz reportagem de capa na qual traz fotos de Adriano morto e aponta indícios de que foi ‘queima de arquivo’ – algo já dito pelo advogado do miliciano.
A grande família. Adriano é considerado pelo Ministério Público o chefe do ‘Escritório do Crime’, uma milícia em Rio das Pedras, que teria envolvimento com a execução da vereadora Marielle Franco. O ex-capitão da PM, por sinal, teve a sua mãe e a irmã empregadas pelo gabinete do filho do presidente, Flávio Bolsonaro, por 10 anos. No passado, quando já havia sido preso por homicídio, ele chegou a ser homenageado por Flávio na Alerj (Assembleia do Rio).
Voltando aos 20 governadores.
Eles ainda criticaram o presidente pela maneira como vem tratando a discussão sobre impostos dos combustíveis. Ao invés de sentar numa mesa pra conversar, Bolsonaro vem medindo força com os governadores através da imprensa.

Cheguei chegando.
A Apple alertou que o coronavírus começa a atrapalhar a oferta de iPhones – fábricas têm fechado na China. Ontem os EUA resgataram os americanos daquele cruzeiro que está isolado, há dias, no Porto do Japão – o navio é onde há o maior número de casos de coronavírus, depois da China. E o já vírus chegou a África, o último continente onde ainda não havia sido detectado, o caso surgiu no Egito. Na França, morreu a primeira pessoa por Covid-19 fora da Ásia.
Bezos, me liga.
O homem mais rico do mundo, o dono da Amazon, Jeff Bezos, vai doar US$ 10 bilhões para combater as mudanças climáticas e o aquecimento global. O montante equivalente a 8% de sua fortuna ajudará cientistas, ativistas e ONGs ambientais a lutarem contra o que Bezos chamou de “a maior ameaça” contra o planeta. Funcionários da Amazon, há tempos, pedem que a empresa faça mais pelo meio-ambiente.
Mais que amigos, friends.
O juiz Marcelo Bretas, que comanda a Lava Jato no Rio, pode ter desrespeitado legislação ao apoiar Bolsonaro. Nos últimos meses, ele participou de festa evangélica e inauguração de obra ao lado do presidente, manteve conversas privadas com Bolsonaro; e até carro oficial da Presidência já usou. Juiz pode ter opinião política, mas não pode demonstrar suas simpatias. Bretas é evangélico e pode ser, quem sabe, o indicado de Bolsonaro ao Supremo. Sorry, Moro.
Alô, alô, marciano.
A partir de hoje, falta um ano para a NASA pousar sua missão espacial em Marte. Para marcar a contagem regressiva de 365 dias rumo ao planeta vermelho, a sonda espacial será batizada hoje e o nome será escolhido em meio às sugestões de estudantes. O vencedor verá o lançamento da nave espacial em julho, na Flórida.
Que descolorirá.
Terminando… a RecordTV foi condenada ontem a pagar R$ 2 milhões por pintar desenhos pré-históricos. A emissora apagou os grafismos rupestres, preservados por séculos, em Diamantina, Minas Gerias, para usar como cenário da série “Rei David”.
Deusinha.
Para terminar, o ‘Oscar do esporte’. Simone Biles é a primeira mulher tricampeã do prêmio. E, pela primeira vez, houve empate para melhor atleta: Messi e Hamilton.