
“Hip-hop e Korean-pop.” – são os tipos de show que mais vendem ingressos individuais para quem quer curtir sozinho. I keep dancing on my own.

The Book Is On The Table
A notícia.
Bolsonaro quase demitiu Moro e deu aval para o sumiço de Queiroz, diz o novo livro “Tormenta”.
Moendo os grãos.
O ex-assessor de Flávio Bolsonaro que passou meses sem paradeiro conhecido, Fabrício Queiroz, faltou aos depoimentos convocados pelo Ministério Público com o consentimento do presidente. As revelações estão no livro que será lançado na próxima semana pela jornalista Thaís Oyama, ex-redatora-chefe da Veja e atualmente na Jovem Pan.
Mudança de planos.
De acordo com relatos, a defesa de Queiroz inicialmente tinha planejado prestar depoimento e assumir total responsabilidade pelo caso do Coaf – no qual o filho do presidente também é investigado –, no entanto, após reunião de Bolsonaro com um advogado amigo da família, Frederick Wassef, a estratégia passou a ser a ausência nos depoimentos e a tentativa de levar o caso para o Supremo.
Não deu outra.
Em meio ao bafafá, o presidente do Supremo, Dias Toffoli, suspendeu investigações que utilizavam dados do Coaf (Conselho de Atividades Financeiras) – o órgão que investiga lavagem e agora se chama UIF (Unidade de Inteligência Financeira). Foi aí que Bolsonaro quase demitiu Moro, após o ministro da Justiça procurar Toffoli para argumentar que a suspensão de investigações do Coaf era ruim. Bolsonaro ficou furioso, mas foi convencido pelo ministro Augusto Heleno a não demitir um de seus maiores troféus.
Falando em Moro.
O ex-juiz fará sua primeira entrevista ao vivo como ministro – e a primeira desde a Vaza Jato – na próxima semana no Roda Viva da TV Cultura.
As Mil E Uma Tensões
A notícia.
O Irã prendeu ontem envolvidos na derrubada de um avião de passageiros ucraniano.
Moendo os grãos.
Autoridades ligadas ao Judiciário iraniano não confirmaram os nomes ou a quantidade de pessoas que foram presas acusadas de envolvimento na queda do avião, que matou 176 de passageiros e se tornou epicentro de imensos protestos no país – tudo isso em meio à escalada de tensão entre os EUA e Irã depois da morte do general iraniano Qasem Suleimani.
Que confusão. O que tá rolando?
Após três dias negando ter abatido o avião civil ucraniano, o Irã admitiu no final de semana que uma “falha humana” derrubou o avião comercial. O país disse que o confundiu com um “alvo inimigo”. Os iranianos agora acusam o governo de “acobertamento” e desde domingo têm protestado com gritos de “morte aos mentirosos”.
E os EUA no meio disso tudo?
Trump tuitou apoio aos manifestantes e ameaçou o Irã para que não repreenda os protestos. Enquanto isso, o próprio Trump vem tendo que lidar com seus sinais trocados em casa. Após justificar o assassinato de Suleimani acusando-o de planejar “ataque iminente” contra os EUA, ele mudou a versão para “ameaça contra quatro embaixadas americanas”.
SQN.
Nessa semana, o próprio secretário de Defesa, Mark Esper, desmentiu Trump e negou que exista qualquer evidência sobre os possíveis ataques. Trump então mudou novamente sua justificativa para ‘coisas ruins já feitas pelo general no passado’ até finalmente admitir que “não importa” se Suleimani representava ou não uma ameaça real aos EUA.
Enquanto isso.
Trump enfrenta críticas por tuitar uma foto fake da presidente da Câmara, Nancy Pelosi, e do líder democrata Chuck Schumer em roupas islâmicas estereotipadas e na frente de uma bandeira iraniana.

Aiii – oohh – ahhh.
No primeiro debate desse ano eleitoral, o último antes das prévias do Iowa – o primeiro estado a realizar primárias –, seis democratas se enfrentaram ontem pra ver quem será o candidato do partido contra Trump. Após um 2019 em que os debates reuniram até 20 pré-candidatos, a corrida agora está empatada entre o ex-vice-presidente Joe Biden, a senadora Elizabeth Warren, o senador Bernie Sanders, e o prefeito Pete Buttigieg. Enquanto isso, a Câmara vota hoje para mandar o impeachment de Trump para o Senado.
Vou dar a volta no mundo, vou ver o mundo girar.
A fumaça dos incêndios na Austrália vai dar uma volta completa no mundo, alertou a NASA ontem. Na semana passada, a fumaça já havia chegado por aqui no Rio Grande do Sul. Os incêndios já mataram 28 pessoas na Austrália, destruiram 2 mil casas e dizimou meio bilhão de animais. Há 13 anos, a ONU alertou ao país sobre o aquecimento global intensificar incêndios assim. Em tempo, a Balenciaga lançou camisas com coalas para gerar dinheiro para combater incêndios.
Mais que amigos, friends?
Após meses de incertezas, enfim um gesto a Bolsonaro: os EUA apoiarão a candidatura do Brasil na OCDE (Organização de Desenvolvimento Econômica), que reúne as economias mais ricas do mundo. O apoio dos americanos ao Brasil no lugar da Argentina será oficializado hoje. Em outubro passado, uma carta do secretário e Estado dos EUA, Mike Pompeo, causou mal-estar ao declarar apoio justamente à Argentina no lugar do Brasil. Agora vai?
Cata essa.
Terminando… esqueça o Real Madrid. O Barcelona é agora o time mais valioso do mundo. O time catalão gerou uma receita recorde de US$ 890 milhões em 2019.
Old, but gold.
Para terminar, o material mais antigo já encontrado na Terra. O composto achado dentro de um meteorito é mais velho que o próprio Sol.
