
“Não ligo pro dinheiro.” – jornal do Alaska está a venda por $0. O dono só quer alguém disposto a morar em Skagway (população de mil pessoas) pra manter viva a publicação. Nunca te pedi nada.

R – E – S – P – E – C – T
A notícia.
A youtuber lésbica Karol Eller, amiga da família Bolsonaro, foi vítima de ataque homofóbico.
Moendo os grãos.
Muitos não a conhecem, mas a youtuber foi essencial durante a campanha presidencial na tentativa de mostrar que o então candidato, apesar das manifestações homofóbicas (como dizer que preferiria um filho morto a um filho gay), não era homofóbico. Nas redes, Karol, que é amiga de Renan, o filho mais novo do presidente, chamava homofobia de “vitimismo”. Mas foi espancada, após beijar a namorada.
Consideramos justa toda forma de amor.
A cada 19 horas, um LGBT é assassinado ou se suicida vítima da LGBTfobia no Brasil, ou seja, pelo simples fato de não ser heterossexual. Em 43 países, há leis contra crime de ódio motivado exclusivamente pela orientação sexual da vítima. Em junho, por 8 a 3, o Supremo transformou homofobia em crime. Bolsonaro foi contra e disse que era preciso colocar um evangélico na mais alta corte do país.
Em tempo.
A prefeita eleita de Bogotá, que é lésbica, se casou com uma senadora da oposição. Claudia Lopez é a primeira mulher a comandar a capital colombiana. Love wins.
You’re Fired
A notícia.
Trump se tornará hoje o terceiro presidente da história dos EUA a sofrer impeachment.
Moendo os grãos.
Apenas dois presidentes, em mais de 200 anos de democracia, foram julgados na Câmara – Andrew Johnson (1865-1869) e Bill Clinton (1993-2000). Ambos salvos no Senado. Em 1973, houve o emblemático caso de Watergate, que derrubou Nixon. Ele renunciou antes de ser julgado. Sendo assim, Trump será o terceiro, de fato, a enfrentar o julgamento na Câmara dos Deputados.
Três é demais.
Quando é chegada a hora de ‘impeachar’ um presidente? Os críticos de Trump listam dezenas de crimes que deveriam ter sido investigados há tempos, mas há quem pense que impeachment pode terminar por ajudar Trump, e prejudicar o próprio cargo da Presidência.
Enquanto isso.
Ontem Trump colocou pra fora todas as suas mágoas sobre o impeachment e escreveu uma carta babadeira para a presidente da Câmara, a democrata Nancy Pelosi.

Segredinhos.
O Papa acabou ontem, no dia em que celebrou 83 anos de idade, com o sigilo papal sobre casos de pedofilia no Vaticano. A partir de agora, denúncias de violência sexual e abuso de menores na Igreja têm de ser encaminhada às autoridades. As novas regras acabam com a ‘lei do silêncio’ que pairou por anos sobre a Igreja e facilita a cooperação com a Justiça.
Morri com essa.
O militar e ex-presidente do Paquistão foi condenado à morte por traição. Em 2013, Pervez Musharraf suspendeu a Constituição e instituiu estado de emergência. Anos depois, ele renunciou para não sofrer impeachment. A decisão do tribunal paquistanês representa a primeira vez que um líder é responsabilizado por ações enquanto ainda estava no poder. Musharraf, que está em Dubai pra um tratamento médico, pode recorrer.
40 graus.
Em crise, a prefeitura do Rio suspendeu ontem todos os pagamentos, incluindo fornecedores, terceirizados e ainda a segunda parcela do 13o de servidores. Ainda no Rio, o governador Witzel comparou Bolsonaro a Fujimori, do Peru, e Hugo Chavez, da Venezuela: “ele usa vocabulário típico de quem não respeita diversidade de opiniões. Está no livro ‘Como Morrem as Democracias’,” disse o ex-aliado do presidente.
حاسم.
De virada, o Flamengo venceu o saudita Al-Hilal, por 3 a 1, e está na final do Mundial de Clubes da FIFA. O rubro-negro agora se prepara para enfrentar no sábado o Liverpool, da Inglaterra, ou o Monterrey, do México, que jogam hoje a segunda semifinal. Pelas estatísticas, o Mengo tem 21% de chances de ser campeão mundial.
Monster.
Terminando… pela primeira vez, Charlize Theron resolveu se abrir o seu coração e falar sobre a noite em que o seu próprio pai matou a sua mãe.
Partiu.
Para terminar, os 20 melhores destinos para 2020.
