ESPRESSOU-SE
“Não concordo com a NFL.” – Rihanna não aceitou tocar no Super Bowl em apoio ao jogador Kaepernick, banido por ajoelhar-se no hino. Want you to make me feel like I’m the only guy in the world.

Countdown
A notícia.
Bolsonaro tem 50% e Haddad tem 35% na nova pesquisa Datafolha.
Moendo os grãos.
Na contagem de votos válidos – excluindo brancos/ nulos e aqueles que não responderam –, o candidato do PSL passa a 59% e o petista fica com 41%. O resultado é parecido com o Datafolha da última semana, e a rejeição também se mostrou constante: 54% rejeitaram o nome de Haddad e 41% o de Bolsonaro. O Datafolha ainda perguntou sobre a importância dos debates.
E aí?
Quase 70% dos brasileiros consideram que o debate é “muito importante”; 13% que é “pouco importante” e 19% disseram que não é “nada importante”. Fato é que mesmo liberado pelos médicos, o PSL disse ontem que seu candidato não participará de debates.
Help, I need somebody.
Em meio às denúncias reveladas pela Folha de que empresários bancam a propagação de notícias contra o PT no WhatsApp – o que seria contra as leis eleitorais -, o PT pediu ontem à Justiça Eleitoral a inelegibilidade de Bolsonaro. O PDT, partido de Ciro Gomes, também prepara um pedido de cancelamento das eleições. Ui.
Já nos estados.
Debate raiz: Dória e França fizeram um debate quente marcado por ataques pessoais em SP. Já no Rio, Witzel e Paes mencionaram Bolsonaro.
Enquanto isso.
Guns for fun. Cartazes com “em breve aqui, loja de armamentos” têm sido espalhados pelo Rio.
ESPRESSO SHOTS
The great pretenders.
Enfim Trump disse ontem que “certamente parece” que o jornalista saudita Jammal Khashoggi está morto. Ele também disse acreditar na Inteligência americana que já tinha dito que a alta cúpula do governo da Arábia Saudita está envolvida. Ontem a Turquia revelou uma foto de um dos principais secretários do príncipe saudita entrando no consulado saudita em Istambul no mesmo dia em que Khashoggi despareceu.
Valeu, foi bom, adeus.
Vinte anos depois de abrir sua primeira loja por aqui, a francesa Fnac fechou ontem sua última loja física no país – além de tirar o site do ar. Fora da França, o Brasil foi o primeiro país em que a rede de livrarias e eletrônicos começou a operar. Desde o ano passado, a Fnac é controlada pela Livraria Cultura e vem fechando várias lojas. Fim de uma era.
The pasta life chose me.
Para terminar, o colar de macarrão de Meghan Markle.