ESPRESSOU-SE
“13 anos.” – é a idade do garoto que achou no norte da Alemanha um tesouro de mil anos do rei dinamarquês que negou Thor e levou o cristianismo a Dinamarca. Viking feelings.
ESPRESSO NACIONAL
Yesterday, All My Troubles Seemed So Far Away
A notícia.
Aécio Neves pode virar réu no Supremo.
Moendo os grãos.
Ontem em um artigo pra Folha, ele disse que cometeu erros, mas não ilegalidades. Acreditou? Bom, o tucano que conta com nove processos deve se tornar réu pela primeira vez e quem julga seu destino hoje é a Primeira Turma. O Supremo tem duas turmas de cinco cada (a presidente fica fora), que agilizam o dia-a-dia julgando coisinhas que não tem a ver com a Constituição – tipo senador virar réu.
Entre idas e vindas.
No ano passado, o ex-chefe do Ministério Público pediu a prisão de Aécio e perda do mandato depois daquelas gravaç
Malandro é malandro, mané é mané.
Se formou uma guerra de poderes e o Senado quase bateu de frente com o Supremo, até que os juízes supremos decidiram por um superescudo: as punições da Suprema Corte podem ser revistas pelo Congresso. Não deu outra, o Senado salvou o mandato de Aécio. Vida que segue.

ESPRESSO IMPORTADO
Mood: Sushi e Sakê
A notícia.
Na casa de veraneio de Trump, ele e o japonês Shinzo Abe vão discutir a relação hoje.
Moendo os grãos.
Duas semanas depois do novo líder americano ser eleito, o premier do Japão correu pra uma visitinha em Nova York. Depois Abe foi o primeiro líder convidado pra Mar-a-Lago, essa tal casa-resort que Trump tem na Flórida. Fato é que, apesar de acusar o Japão de práticas comerciais injustas durante a campanha, Trump parece ter achado um novo amigo em Abe. Mas as coisas andam mais estremecidas.
Por quê?
Nenhum líder estrangeiro fala mais com Trump do que Abe, justamente por causa da vizinha Coreia do Norte, mas Abe ficou em choque quando Trump disse que aceitou o convite de Kim. O Japão também ficou em choque quando Trump anunciou aquelas tarifas sobre o aço e deixou de fora os principais amigos dos EUA (até o Brasil foi isento), menos o Japão. Hora da DR.
Esfaqueado em NY
A notícia.
Um aluno brasileiro foi morto a facadas numa universidade no estado de Nova York.
Moendo os grãos.
Depois de um dia de buscas, o estudante Michael Roque, de 20 anos, foi presoontem acusado de matar João Souza, de 19 anos, que cursava o primeiro ano de engenharia na Binghantom University. Ele foi esfaqueado no domingo à noite, dentro do quarto. De acordo com a polícia, não se trata de um “ataque aleatório”. A Universidade cancelou as aulas ontem e o reitor soltou uma nota dizendo que lamenta o crime. Não é o primeiro por lá esse ano. Tenso.
ESPRESSO SHOTS
Festa no apê; visitinha na prisão.
Cerca de 30 pessoas ligadas ao MTST (Movimento dos Sem Teto) ocuparam ontem o tal triplex alvo da condenação de Moro – que Lula recebeu como propina da construtora OAS. Os militantes ficaram no apê por quase quatro horas, já que “se é de Lula, é do povo,” disse Guilherme Boulos, líder do MTST, e presidenciável do PSOL. Enquanto isso, hoje senadores visitarão o ex-presidente, que soltou ontem sua primeira carta em cárcere dizendo que anda tranquilo, mas indignado.
Foxy bromance.
Em mais uma derrota pra Trump, um juiz negou o pedido feito por ele para ter acesso aos arquivos e documentos apreendidos pelo FBI no escritório de seu advogado pessoal Michael Cohen, na semana passada. Ontem ainda foi revelado que a estrela da Fox News – e super amigo do presidente –, o comentarista Sean Hannity, é cliente secreto do advogado de Trump. To be continued.
Netflix and chill.
A Netflix – que completa 20 anos – vai ver suas ações subirem hoje. Ontem, após fechamento da bolsa, saíram os números do primeiro trimestre: crescimento de 60% em comparação com jan/fev/mar de 2017. Já as ações da Starbucks, em meio a um caso de racismo – dois negros foram presos apenas por esperarem um amigo dentro do café –, ficaram paradas; ontem o CEO disse que esse gerente foi demitido. Coffee is black.
DAMN.
Ontem foi dia de Pulitzer, o principal prêmio americano do jornalismo – e literatura. O NY Times e a revista New Yorker ganharam na categoria “serviço público” por reportagens sobre abuso sexual de homens poderosos – como Harvey Weisntein e Bill O’Reilly –, que impulsionaram o #MeToo. Já Kendrick Lamar, se não levou o Grammy, agora é o 1o rapper dono de um Pulitzer. Aqui tá a lista dos vencedores.
Tiê , tiê , olha lá…Oxá.
Para terminar, o último adeus ao ícone Dona Ivone Lara, baluarte do samba, que se foi ontem aos 97 anos. Vai buscar quem mora longe, sonho meu.
Por favor, mande qualquer notícia, críticas, comentários, dicas de filme no Netflix e tesouros de reis nórdicos pra espresso@espressonoticia.
Tenha uma super terça. Até amanhã.